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Criança de 7 anos morre após explosão de rojão em praia de Santa Catarina

08/01/2018

Um menino de sete anos morreu após a explosão de um foguete na Praia das Cordas, em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis (SC). O caso ocorreu por volta das 9h deste domingo (7).
Segundo a Polícia Civil, um homem estava atirando foguetes na praia desde cedo, onde a criança e outras pessoas se banhavam. Um dos rojões foi lançado para o mar e explodiu na água, entre o garoto, Murilo Theisen, e o pai dele.
O próprio pai foi quem retirou o filho da água. Os bombeiros foram acionados e fizeram os primeiros socorros, mas a criança não resistiu. O comandante de operações aéreas do Corpo de Bombeiros, major George de Vargas Ferreira, que atendeu à ocorrência, disse que, em princípio, o foguete não atingiu Murilo.
Segundo o major, não havia lesões aparentes de choque no peito do menino, mas apenas o exame do Instituto Médico-Legal (IML) poderá apontar a causa da morte. Conforme as informações que os bombeiros apuraram no local, o garoto teria desmaiado no colo do pai após a explosão.

Suspeito solto por "falta de materialidade"
O responsável de disparar os fogos de artifício foi contido por pessoas que estavam na praia até a chegada da Polícia Militar. O homem, que é natural de São José (SC), foi preso e levado para a Central de Polícia da cidade.
De acordo com o delegado Alexandre Carvalho de Oliveira, da Central de Polícia Regional de São José, o homem foi conduzido à delegacia como suspeito de causar a morte do menino, mas acabou sendo solto porque a criança não possuía lesões no corpo, situação que o delegado classificou como "falta de materialidade".
— Segundo o médico legista, o motivo não foi o rojão, não foi um trauma, foi sim afogamento por asfixia. Tinha água nas vias aéreas do menino — informou o investigador.
O caso será encaminhado para a delegacia de Governador Celso Ramos, que poderá ou não pedir a prisão do homem. O laudo do IML fica pronto nesta semana e pode indicar se o menino já tinha se afogado antes da explosão, por exemplo, ou se foi se proteger do foguete e se afogou.
A família de Murilo é natural de Charqueadas (RS) e há seis meses havia se mudado para a Palhoça. Eles estavam aproveitando o domingo na praia de Governador Celso Ramos.
Fonte: Rádio Sananduva

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